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As “Fake News” na saúde pública

Nos últimos anos, têm sido notado o recrudescimento de doenças raras ou que já tinham sido consideradas controladas. Exemplos bem documentados incluem os recentes surtos de ebola na África e de sarampo , no Brasil e várias partes do mundo. No surto de Ebola 2013-2016 na África Ocidental, curas falsas, como tomar banho em água quente e sal ou consumir nozes amargas da árvore da kola, foram propagadas através das mídias sociais. A abordagem dos governos foi a divulgação de mensagens sobre o tratamento adequado e controle do Ebola. Mas isso não funcionou, porque as comunidades não percebiam as autoridades como fontes confiáveis. Descobriu-se que as celebridades do YouTube - as quais as comunidades viam como fontes confiáveis ​​- poderiam mudar a narrativa e incentivar as estratégias de prevenção endossadas pela Organização Mundial de Saúde. Um rapper liberiano chamado Shadow fez vídeos musicais que ressoaram bem com as comunidades. Uma música, intitulada "Ebola in

TOXOPLASMOSE Saiba como prevenir a transmissão da toxoplasmose (a doença do gato) para o bebê na gestação

O QUE É? Toxoplasmose, conhecida como doença do gato, é uma infecção que pode ser adquirida por qualquer pessoa. Mas, na mulher, grávida, pode ser muito grave: a mãe pode transmitir ao filho, na gestação, e o bebê pode ter complicações e até morrer. ALERTA Um grande problema é que a Toxoplasmose - em geral na fase aguda - não apresenta sintomas. A maioria das gestantes contaminadas não sabe disso, o que aumenta o risco da Toxoplasmose congênita. TRANSMISSÃO A toxoplasmose é uma infecção causada pelo protozoário Toxoplasma Gondii. O gato é o reservatório natural dessa parasitose e a elimina pelas fezes. Entretanto, esta doença pode ser adquirida também das seguintes formas: ·        Comer carnes cruas ou mal passadas ·        Beber água contaminada ·        Comer verduras e frutas mal lavadas ·        Tomar leite cru ·        Contato com fezes de gato ·        Ou pelas mãos sujas com terra ou areia contaminada RISCO PARA O BEBÊ A m

Quer diminuir os triglicérides?

Escolha um de estilo de vida saudável, como fazer atividade física regular, perder peso, evitar açúcar e carboidratos refinados, limitar o consumo de álcool e escolher gorduras saudáveis das plantas em vez de gorduras saturadas.  Também é importante tratar ou eliminar condições como diabetes tipo 2 mal controlado, hipotireoidismo e obesidade que podem contribuir para níveis elevados de triglicérides antes de se voltar para a medicação. Os triglicerídeos elevados são relativamente comuns entre as pessoas nos países ocidentais, e a prevalência está aumentando devido às crescentes taxas de obesidade e diabetes. Ambas as condições elevam os níveis de triglicerídeos. Cerca de 25% dos adultos nos EUA têm um nível de triglicerídeos acima de 150 mg / dL, o que é considerado alto. Os alimentos – em especial os pescados – ainda são os melhores veículos para fornecer ao organismo EPA e DHA, as versões de ômega-3 mais vantajosas à saúde. A dose eficaz para a presc

SAIBA MAIS SOBRE VARIZES

Desde que o Homo sapiens passou a andar ereto - há centenas de milhares de anos - o sistema venoso passou a ter que trabalhar “dobrado”, especialmente hoje em dia, quando vivemos uma vida sedentária, sentados a maior parte do dia, ou em pé, sem movimentos. Isso causa uma retenção do sangue nas veias dos membros inferiores, porque as veias têm a função de impulsionar o sangue de volta ao coração, contra a força da gravidade. Os músculos das pernas agem como bombas para que isso aconteça e as válvulas impedem que o sangue volte para baixo. Quando as válvulas não funcionam mais direito, o sangue vai ficando represado nas pernas e surgem as varizes e a insuficiência venosa. Além das varizes podem ocorrer dores e sensação de peso nas pernas, inchação, hiperpigmentação (manchas escurecidas) nas pernas, tornozelos e pés, e por último até úlceras venosas e trombose. FATORES DE RISCO Gravidez Sexo feminino Idade avançada Excesso de peso e obesi

O que fazer antes de colocar um DIU

Palavras-chave: inserção de DIU, consulta ginecológica, documentação para inserção. Prof. Antônio Aleixo Neto Mestre em Saúde da Mulher pela Faculdade de Medicina da UFMG Mestre em Saúde Pública pela Harvard University © Todos os direitos reservados

Ressonância magnética e DIU

A ressonância magnética (RM) é um exame que, como um grande ímã, interage com nosso corpo por meio de campos magnéticos fortes e pulsos de radiofrequência para gerar imagens do nosso corpo. Está sendo cada vez mais usada no diagnóstico por imagem da área pélvica e abdominal. Como a ressonância produz um campo magnético muito forte, é preciso se certificar que nenhum objeto metálico esteja por perto durante o procedimento, mesmo que seja um simples grampo de cabelo. Portadores de alguns marcapassos, cateteres e outros dispositivos implantáveis não devem fazer o exame. E o DIU? Especialmente o DIU de cobre? E o DIU de cobre + prata? E o DIU hormonal? Vários estudos mostram que um DIU não se move sob a influência do campo magnético, não aquece durante as sequências spin-eco normalmente usadas para imaginologia pélvica e não produz artefatos. Pacientes com qualquer tipo de DIU podem ser visualizados com segurança com RM e as imagens de RM da pelve não são degradadas pel

Não têm filhos? Não quer hormônios? Saiba os DIUs mais indicados.

Os DIUs sem hormônios, geralmente de cobre, foram desenvolvidos na década de 70 e evoluíram muito com o decorrer do tempo. Todos têm como característica a alta eficácia e a praticidade, ou seja, coloque e esqueça .  A usuária não precisa ficar se preocupando com tomadas diárias das pílulas, com interação medicamentosa, com efeitos de hormônios, com aumento de peso, etc. O DIU está colocado e pronto. Têm longa duração e exigem uma manutenção mínima, com revisões anuais, exceto no primeiro ano de uso.  Devido a estas qualidades os DIUs de cobre têm sido cada vez mais indicados pelos médicos e procurados por mulheres que não têm filhos (nulíparas) que querem um método eficaz e que não contenha hormônios.  No entanto, existem vários modelos de DIU de cobre. Qual o melhor para as essas mulheres? No Brasil nós temos disponíveis os dispositivos intra-uterinos mais utilizados no mundo. Vejamos: Da esquerda para direita: Ômega/Optima/Andalan Comfort 375 Normal; Ôm