sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Você precisa descansar da pílula uma vez por ano?

 

Pilula

FALSO. Esta é uma das crenças mais comuns sobre a pílula, até mesmo por alguns profissionais de saúde. A ideia de fazer uma pausa a partir da pílula pode ter suas origens no fato de que as pílulas mais antigas tinham altas doses hormonais. Algumas pessoas também acham que é necessário para ter uma pausa da pílula para manter os níveis de fertilidade. No entanto, não há razão para as mulheres fazerem um descanso da pílula. Autores sugerem que, de fato, o reinício repetido da pílula pode ser mais prejudicial do que quando o uso é continuado. Além disso, como efeitos colaterais geralmente ocorrem nos primeiros meses de uso da pílula, muitas vezes cedendo depois de um tempo, ao reiniciar a pílula, as mulheres podem ter esses efeitos colaterais novamente. É bom lembrar também que, muitas mulheres acabam “descansando” nove meses de gravidez, com a crença errônea de que neste período de pausa não estariam férteis.

Gravida

Palavras-chave: Pílula, anticoncepcional, gravidez.

Dr. Antônio Aleixo Neto

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O que é vaginose bacteriana?

A vaginose bacteriana é uma “infecção” vaginal causada pela gardenerella vaginalis e alguns outros germes. É a causa mais comum de corrimento na mulher na fase reprodutiva. A vaginose bacteriana é causada pela substituição da flora vaginal normal por estes germes já citados. Embora se conheçam alguns fatores predisponentes, não se sabe exatamente por que este fato acontece. IMPORTANTE: a vaginose bacteriana não é doença sexualmente transmissível e por este motivo raramente os parceiros precisam de tratamento.
Os sintomas mais comuns da vaginose são: odor desagradável (odor de peixe) e corrimento amarelo claro. Não é comum a coceira, a não ser que esteja associada a outros micro-organismos. Embora a vaginose bacteriana não seja grave, é importante tratá-la, uma vez que ela pode predispor à doença inflamatória pélvica (salpingite – infecção nas trompas) e ao parto prematuro, na gestante.
Comprovada seu diagnóstico, que geralmente é feito na própria consulta, o(a) ginecologista deverá prescrever um tratamento que pode incluir comprimidos e/ou cremes vaginais, além de abstinência sexual durante certo período. A cura é rápida, mas, infelizmente, as recidivas são frequentes.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Inserção de Mirena com o EvoInserter