quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

As pílulas combinadas podem ser usadas na mulher hipertensa?

Pílulas combinadas são aquelas que têm dois hormônios: o etinil-estradiol (similar ao estrogênio) e um de dezenas de similares da progesterona (levonorgestrel, desogestrel, ciproterona, etc).

—Todos os métodos anticoncepcionais hormonais combinados (AOC, Injetável combinado, Adesivo, Anel vaginal) estão nas categorias 3 e 4da OMS, portanto, contraindicados mesmo na hipertensão controlada.

—As pílulas progestínicas, implantes e o DIU hormonal podem ser utilizadas em todos os casos de hipertensão.

O injetável progestínico (AMPD) só não pode ser utilizado nos casos de hipertensão grave (≥ 160 / 100).

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Entrevista dada para o site da Faculdade de Medicina da UFMG em 5/10/2012

  • O método conhecido como “coito interrompido” é eficaz?

Não. Ele um dos métodos menos eficazes devido ao fato do homem secretar, sem notar, um líquido (pré-ejaculado) que contém espermatozoides, mesmo antes do orgasmo.

  • Na bula de pílulas anticoncepcionais é orientado que se a mulher esquecer-se de tomar a pílula no horário usual, ela pode tomar até 12 horas depois. Nesse caso, o método diminui o efeito e aumenta as chances de gravidez?

Não. Tomando a pílula dentro deste período a usuária continua com a mesma proteção.

  • Existe a duvida de que anticoncepcionais retém líquido e faz a mulher ganhar peso. Isso acontece de fato?

Eventualmente sim. No entanto, se ocorrer, o ganho de peso é mínimo, principalmente nas pílulas de menor dosagens.

  • Existem remédios (antibióticos, analgésicos) que cortam o efeito da pílula contraceptiva?

Sim. Os principais medicamentos que comprovadamente diminuem o efeito contraceptivo das pílulas são: anticonvulsivantes e barbitúricos (fenobarbital, difenil-hidantoína, carbamazepina,primidona, etossuximida), erva de São João, rifampicina e griseofulvina.

  • O DIU é indicado para que tipo de mulher?

O DIU de cobre pode ser usado por todas as mulheres que não tenham contra-indicações a seu uso, mas, em geral são melhor adaptados em mulheres que já têm filhos. No caso do uso em mulheres que não tem filhos devem-se privilegiar os modelos de menor tamanho.

  • A interrupção da menstruação pelo anticoncepcional possui alguma reação adversa?

De um modo geral ela não causa problemas e algumas vezes é até indicado o uso contínuo da pílula. No entanto, deve-se fazer uma avaliação médica prévia.

  • A camisinha feminina é tão eficiente quanto a masculina?

Sim, e talvez seja até mais eficaz. Ela é também mais eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

  • A mulher que toma regularmente anticoncepcional, mas certa vez não usou a camisinha, deve tomar a chamada “pílula do dia seguinte” por precaução?

Não. Ela só deveria tomar caso não usasse nenhum outro método contraceptivo.

  • Quanto tempo antes de ter relações sexuais a mulher deve começar a tomar anticoncepcional?

O anticoncepcional oral e os injetáveis já são eficazes desde o primeiro mês de uso, desde que a usuária os inicie, de preferência, no 1º. dia de menstruação.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Como deve ser tomada a pílula do dia seguinte?

· Cartelas de duas pílulas: cada comprimido tem a dose de 0,75µg de levonorgestrel. Deve ser ingerido o mais cedo possível dentro das primeiras 72 horas após a relação sexual e outro comprimido 12 horas depois. A eficácia pode chegar a 95%, no caso da primeira pílula ser tomada dentro das primeiras 18 horas, caindo gradualmente com o passar dos dias.

· Cartelas de uma pílula: neste caso cada comprimido tem a dose de 1,5mg. O uso é mais simples: deve-se tomar a única pílula o mais rapidamente possível, dentro de no máximo 72h. A eficácia é similar ao regime de duas pílulas.

Não é aconselhável a administração repetida das pílulas de emergência no mesmo ciclo menstrual, para evitar-se uma sobrecarga hormonal. Após o uso das mesmas, recomenda-se a utilização de um método contraceptivo de barreira (preservativo), em cada relação sexual que tiver até a próxima menstruação. Neste intervalo, é conveniente procurar um ginecologista para avaliação e orientação sobre outro método regular de anticoncepção.

Obs: Caso a menstruação atrase mais de cinco dias, é aconselhável que se faça um teste de gravidez.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Qual o mecanismo de ação das pílulas do dia seguinte?

Dependendo da fase do ciclo menstrual que a mulher se encontra, as pílulas de emergência podem:

- impedir ou retardar uma ovulação,

- impedir a fecundação, ou, 

- impedir a implantação do ovo.

As pílulas de emergência não são abortivas, uma vez que elas não interrompem uma gravidez já estabelecida, ou seja, com o ovo já implantado. De acordo com os artigos 124-128 do Código Penal Brasileiro, a gravidez inicia-se com a implantação do ovo.

sábado, 11 de agosto de 2012

Mulher com menstruação irregular, sem data certa, além de um fluxo menstrual maior que o normal pode colocar o DIU de cobre?

Um dos poucos pontos negativos do DIU de cobre é a sua incompatibilidade com mulheres que têm distúrbios menstruais, tais como: menstruação abundante, com cólicas e com irregularidade de data. Nestes casos, se não houver contra-indicações ou outras restrições, o uso da pílula seria bem indicado.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Entrevista concedida à Revista Problemas Brasileiros, publicada pelo Sesc-SP.

 

Quando surgiu, a pílula era tão eficiente quanto é hoje para prevenir a gravidez?

· Não. Apesar de, na época, ter maior dosagem, a pílula era mais falha, devido à menor purificação química de seus hormônios.

Quais as principais transformações que a pílula anticoncepcional sofreu desde a década de 1960, quando foi criada, até hoje?

· Primeiramente a dosagem do componente estrogênico diminuiu em 10x. Ou seja, as pílulas tinham 150 mcg de estrogênio e hoje encontramos algumas que têm 15 mcg.

· Outro avanço foi o desenvolvimento de novos progestogênios, mais fisiológicos e também de menor dosagem.

· Por último, foram desenvolvidas vias alternativas para a administração de hormônios contraceptivos: injetáveis, anel vaginal e adesivo. Estas novas vias de administração têm algumas vantagens sobre as pílulas convencionais e podem ser uma opção muito interessante para quem tem determinadas contra-indicações ou efeitos colaterais com as mesmas.

Quais os benefícios que as pílulas atuais trazem para a saúde da mulher?

· Os principais benefícios além da contracepção são: abrandamento das cólicas menstruais e TPM, diminuição do fluxo menstrual, diminuição da incidência de anemia, diminuição da incidência de cistos ovarianos funcionais, diminuição da incidência de câncer do ovário e endométrio, melhora da acne e hirsutismo e tratamento paliativo da síndrome de ovários policísticos.

 A pílula propiciou diversas revoluções na condição feminina. Pode apontar quais as principais modificações, do seu ponto de vista?

· Sem dúvida, a revolução sexual. Pela primeira vez na história, a mulher pôde controlar sua fertilidade, independentemente do homem.

Há algum risco de se tomar anticoncepcional hoje em dia? Explique.

· Como todo medicamento, a pílula tem suas vantagens e suas contraindicações. As principais contraindicações da pílula combinada (a mais comum, com dois hormônios) são:

a. Doença coronariana e isquemia cerebral

b. Hipertensão arterial

c. Tabagismo acima de 35 anos

d. Antecedentes de trombose e/ou embolias

e. Uso junto com determinados medicamentos, diminuindo sua ação contraceptiva

f. Câncer de mama

Dr. Antônio Aleixo Neto

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pílulas progestínicas

 

São aquelas que contêm apenas o componente progestogênico em dose muito baixa, em torno da metade a um décimo da quantidade  existente nas pílulas anticoncepcionais combinadas. São também chamadas de mini-pílula. Cada cartela tem entre 28 e 35 comprimidos.

A maioria atua apenas perifericamente, ou seja, no muco cervical e no endométrio, inibindo a ovulação em apenas 50% dos ciclos. Devido a seu mecanismo de ação, estas pílulas progestínicas são menos eficazes do que as combinadas, no entanto, são mais eficazes do que praticamente todos os métodos de barreira. Desta maneira, é errôneo supor que este tipo de pílula só possa ser utilizada durante a lactação.

Atenção: o produto com 75g de desogestrel, além de sua ação periférica, possui uma maior ação inibitória da ovulação. Esta característica proporciona uma eficácia equivalente à das pílulas combinadas.

Modo de uso

clip_image001IntervaloIniciar no 1o. dia de menstruação e tomar sem interrupções entre uma cartela e outra. O padrão menstrual geralmente fica alterado, com possibilidade de amenorréia e/ou sangramentos irregulares. Erros no uso podem levar à falha com mais freqüência do que com as pílulas combinadas.

clip_image001[1]Pós-partoIniciar entre 28 e 42 dias do parto e tomar diariamente, sem interrupções. São muito utilizadas no período de lactação, uma vez que não afetam a quantidade e a qualidade do leite materno. Também são mais eficazes neste período.

sábado, 21 de julho de 2012

Benefícios das pílulas combinadas além da contracepção

Pílulas combinadas (são aquelas que contém dois hormônios derivados do estrogênio e da progestrona)

Efeitos benéficos

Além do seu principal efeito benéfico - a contracepção - a pílula combinada relaciona-se com uma série de outros efeitos positivos, os quais devem ser lembrados à usuária ou à candidata ao uso da pílula:

Benefícios ligados ao ciclo menstrual

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Diminuição da quantidade e duração do fluxo

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Risco diminuído de anemia ferropriva

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Regularização do ciclo menstrual

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Melhora da dismenorréia (cólicas menstruais)

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Reduz sintomas da TPM

Outros benefícios

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Diminui sintomas da endometriose

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Diminui incidência de AFBM (Displasia Mamária)

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Diminui incidência da  doença inflamatória pélvica gonocócica

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Tratamento paliativo nas síndromes anovulatórias, também chamadas de ovários policísticos

Principais benefícios

Diminuição da incidência do câncer do ovário

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Redução de 30 a 70% no risco de desenvolver câncer do ovário

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A proteção pode permanecer por 30 anos após o término do uso

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A proteção varia pouco com a dosagem de hormônios

Petiti& Portefield - 1992
Ness RB et al. Am J Epidemiol, 2000

Diminuição da incidência do câncer do endométrio

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Diminuição do risco em mais de 50% com pelo menos um ano de uso

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Aumenta com a duração do uso

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Persiste proteção pelo menos por 15 anos

Petitti & Porterfield – 1992

Diminuição da incidência de cistos ovarianos funcionais

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Risco diminui entre 20% (até 5 anos de uso) a 60% (com mais de 5 anos de uso)

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O efeito persiste por cerca de 5 anos . Não foram encontradas diferenças no risco baseadas nas doses do estrógeno

Westhoff C et al. Am J Epidemiology, 2000

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O espéculo vaginal deve ser estéril?

Ginecol-scan001-webA primeira consideração que devemos fazer é que as cavidades oral, vaginal, anal, nasal e os ouvidos, não são estéreis, uma vez que são consideradas cavidades “abertas” e possuidoras de uma flora bacteriana própria.

A segunda é que devemos distinguir instrumentos e equipamentos reutilizáveis, muitas vezes de metal, daqueles de uso único chamados de descartáveis.

Os instrumentos reutilizáveis, tais como especulo vaginal de metal, evidentemente devem ser esterilizados após cada uso, uma vez que poderiam transmitir germes patogênicos de uma pessoa para outra. Já os instrumentos descartáveis de uso único, não precisam ser estéreis e sim fabricados e embalados em condições higiênicas, dentro das normas da ANVISA de Boas Práticas de Fabricação.

Como curiosidade, citaremos alguns produtos que são introduzidos na vagina e que não são estéreis:

· Absorvente interno do tipo OB®. Fica horas dentro da cavidade vaginal e não é estéril.

· Preservativo masculino. Colocado no pênis masculino e introduzido na cavidade vaginal: não é estéril.

· Aplicadores vaginais. São utilizados para introduzir medicamentos dentro da cavidade vaginal. Não são estéreis.

Podemos também citar os anuscópios, os abaixadores de língua, os espéculos auriculares descartáveis, como instrumentos que são de uso único e não precisam ser estéreis.

O espéculo vaginal estéril é recomendado para procedimentos invasivos, tais como uma biópsia do colo uterino ou uma inserção de DIU.

Lembremos também que o uso de especulo e pinças descartáveis não estéreis oferece, além da segurança sanitária e da praticidade, uma grande vantagem econômica, pois é mais barato do que os instrumentos descartáveis estéreis e também do que o processo de limpeza, embalagem e esterilização dos instrumentos reutilizáveis.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Orientações sobre ganho de peso durante a gestação

  • O ganho excessivo de peso na gravidez não só torna mais difícil perder o excedente após o nascimento, como também aumenta os riscos da mãe desenvolver diabetes gestacional, ter aumentos da pressão sangüínea (o que pode levar à pré-eclampsia), precisar fazer uma cesariana e sofrer infecção pós-parto. Para o bebê, o excesso de ganho de peso da mãe aumenta o risco de defeitos de tubo neural, trauma ao nascimento e morte fetal.
  • Mulheres com peso normal devem ganhar entre 11 e 16 kg durante os 9 meses de gravidez; mulheres acima do peso, de 7 a 11 kg; mulheres abaixo do peso, entre 12 e 18 kg. Uma grávida de gêmeos pode ganhar um pouco mais de peso, sempre com orientação médica.

Como deve ser uma dieta saudável para as grávidas?

A dieta saudável de uma grávida segue os mesmos princípios básicos da dieta de um adulto normal. Ela necessita de apenas mais 300 calorias por dia para nutrir adequadamente o bebê que está carregando, desde que venham de alimentos nutritivos. Então o cardápio deve ter:

  • Grãos integrais - arroz integral, pão integral, macarrão integral, granola ou aveia integral: 6 a 11 porções por dia.
  • Derivados do leite - leite desnatado, iogurte ou queijo: 3 a 4 porções por dia.
  • Proteínas – carne vermelha, frango, peixe, feijão, soja, nozes ou ovos: 3 porções por dia.
  • Vegetais - brócolis, cenoura, vagem, tomate, couve-flor ou beterraba: 3 a 5 porções por dia.
  • Frutas - laranja, banana, pêra, mamão, melão, melancia, uva, manga ou maçã: 2 a 4 porções por dia.

Exemplos do que é uma porção: uma fatia de pão, meia xícara de arroz ou macarrão, uma xícara de cereais, uma xícara de leite ou iogurte, dois cubos de 3 cm de queijo, 55g de carne cozida, frango ou peixe, meia xícara de feijão seco, duas colheres de sopa de manteiga de amendoim, meia xícara de vegetais cozidos ou picados, uma xícara de salada verde, três quartos de xícara de suco de vegetal; uma maçã, banana ou laranja, meia xícara de frutas picadas, três quartos de xícara de suco de fruta.

Alimentos que devem ser evitados durante a gravidez:

  • Peixe cru e moluscos, possível fonte do parasita Toxoplasma que pode causar cegueira e dano cerebral fetal.
  • Peixes predatórios grandes, como peixe-espada, tubarão, cavala e atum branco (fresco ou enlatado), que pode conter níveis arriscados de mercúrio. O Departamento de Alimentos e Drogas diz para limitar o atum (branco) para 200g por semana, mas é aceitável comer até 400g de atum light, camarão, salmão, badejo e bagre.
  • Carne, frango e frutos do mar crus ou mal passados: o ideal é usar um termômetro de carne e cozinhar o porco e a carne moída a 160 graus; bife, vitela e carneiro a 145; frango inteiro a 180 graus e peito de frango a 170 graus.
  • Leite não pasteurizado e queijos pastosos - feta, brie, Camembert, Roquefort, queijo branco e queijo fresco, a não ser que o rótulo diga "feito com leite pasteurizado". Eles podem estar contaminados com a bactéria Listeria, que pode provocar aborto, parto prematuro, bebê natimorto ou doença fatal ao recém-nascido.
  • Salsichas e frios, a não ser que sejam cozidos antes da ingestão, pois podem ter sido contaminados por Listeria depois do processamento.
  • Patês, pastinhas de carne e frutos do mar defumados (a não ser cozidos antes da ingestão). Versões enlatadas são seguras.
  • Ovos mexidos moles e alimentos como molhos feitos de ovos crus ou pouco cozidos. Cozinhe os ovos até que a clara e a gema estejam firmes, para evitar contaminação por Salmonella.
  • Brotos crus, inclusive alfafa, trevo, rabanete e feijão-mungo.
  • Chás de ervas e suplementos, pois sua segurança na gravidez não foi estudada. Alguns, como o remidamim ou grandes quantidades de camomila, podem aumentar o risco de aborto ou de parto prematuro.
  • O álcool pode causar dano fetal, inclusive retardo mental e comportamento anormal. Apesar de um drinque ocasional não impor risco, nenhuma quantidade segura foi estabelecida.
  • Evitar a ingestão de mais de 2 xícaras de café por dia.

O uso de vitaminas antes e durante a gravidez

Mulheres que estejam planejando engravidar e as que já estão grávidas devem fazer uso diário de polivitamínicos que contenham:

  • Entre 0,4 a 0,6 miligramas de ácido fólico, para ajudar a prevenir defeitos de tubo neural no bebê.
  • 18 a 27 miligramas de ferro para prevenir a anemia, que está associada a nascimentos prematuros de bebês e baixo peso ao nascer.
  • Os suplementos vitamínicos usados no pré-natal não contêm cálcio suficiente - 1.000 miligramas por dia são necessários para proteger os ossos da mulher grávida e dar ossos e dentes fortes ao bebê. Por isso as grávidas devem ingerir quantidade suficiente de alimentos ricos em cálcio como leite, queijo e folhas verdes ou tomar um suplemento diário de cálcio.

Quantidade de água e atividade física durante a gravidez

Beber bastante água – cerca de 2 litros por dia - e exercitar-se regularmente também é muito importante para uma gravidez saudável e para o bem-estar da mãe e do bebê.

Mulheres grávidas podem caminhar, dançar, nadar e fazer ioga, desde que não haja nenhuma contra-indicação médica para a prática de exercícios físicos.

Atividades de alto risco como mergulho e esqui devem ser evitadas. O ideal é que toda atividade física seja orientada por um profissional de saúde responsável e com prática em acompanhar mulheres gestantes.

Fonte: March of Dimes

NEWS.MED.BR, 2007. Dieta saudável na gravidez: conheça os alimentos que devem ser consumidos e os que devem ser evitados durante a gravidez. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/para-pacientes/11528/dieta+saudavel+na+gravidez+conheca.htm>. Acesso em: 1 jan. 2012.